Seguros e resseguro

TI para seguradoras: a base que o regulador vai pedir para ver

Seguradora não é uma empresa que usa TI: é uma empresa feita de dados, processos e prazos. A Circular SUSEP 638/2021 tornou a segurança cibernética uma obrigação com política, controles e resposta a incidente. A Inove cuida da base que sustenta isso — e entrega a evidência junto.

O que tratamos numa seguradora

Não é discurso de setor. É o conjunto de frentes que atendemos hoje, com rotina, em operação de seguros no Brasil.

Estação de trabalho e identidade

Entra ID, Intune e Autopilot: máquina que chega pronta, acesso que sai quando a pessoa sai, política aplicada sem depender do domínio antigo.

Vulnerabilidades com prioridade real

Inventário de CVE, corte pelo que está sendo explorado (KEV) e plano de correção — não uma lista de milhares de linhas sem dono.

Custo de nuvem sob controle

FinOps em GCP, AWS e Azure: compromissos subutilizados, ambiente ocioso e desperdício com origem rastreável em cada número.

Dados e integrações que não podem falhar

Replicações e pipelines entre sistemas legados e nuvem, com tratamento de erro e monitoração — porque cálculo atuarial não espera.

Governança de mudança

GMUD com registro, janela, plano de retorno e relatório executivo. O que mudou, quando, por quem e com qual resultado.

Arquivos e colaboração

Fileserver legado para SharePoint com análise de risco antes de mover: retenção, permissão herdada e dado sensível mapeado.

Como entramos numa operação de seguros

Ambiente regulado não aceita ruptura. A sequência é feita para reduzir risco enquanto a operação continua rodando.

  1. 01

    Diagnosticar

    Levantamento do parque, da nuvem, dos acessos e das integrações — com número, não com impressão.

  2. 02

    Priorizar pelo risco

    O que é explorável hoje, o que trava auditoria e o que custa caro todo mês vêm primeiro. O resto entra no plano.

  3. 03

    Executar com janela

    Mudança em GMUD, com plano de retorno e comunicação. Sistema crítico não vira experimento.

  4. 04

    Provar

    Relatório com evidência da origem de cada dado — o mesmo material que serve para a resposta ao regulador.

O que a seguradora ganha

Resposta pronta para auditoria

Política, controle e incidente documentados no formato que a SUSEP 638 pede — não montados às pressas na semana da auditoria.

Superfície de ataque menor

Estação padronizada, acesso ciclado e vulnerabilidade crítica com prazo. O risco cibernético deixa de ser abstrato.

Conta de nuvem previsível

Compromissos dimensionados pelo consumo real e desperdício eliminado com rastreabilidade.

Time interno de volta ao negócio

A equipe da seguradora volta a cuidar de produto e sinistro, não de chamado de máquina e fila de patch.

Sua operação de seguros aguenta uma auditoria amanhã?

Peça um diagnóstico com o seu ambiente na mesa: parque, nuvem, acessos e vulnerabilidades. Você recebe o número e a evidência — e decide o que fazer com eles.